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Fungicida no pré-fechamento: o alerta técnico que antecipa o risco do complexo de doenças na soja
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Fungicida no pré-fechamento: o alerta técnico que antecipa o risco do complexo de doenças na soja

Quando a entrelinha se fecha, cria-se um microclima propício ao desenvolvimento de doenças. Saiba por que esse momento exige atenção redobrada ao complexo de manchas e ao manejo preventivo. 

No pleno desenvolvimento vegetativo da soja, a planta atinge o fechamento de entrelinhas, fase em que as folhas se sobrepõem e preenchem totalmente o espaço entre as fileiras. 

Apesar de esse marco produtivo ser amplamente conhecido, percebe-se que nem sempre ele é associado ao principal risco dessa fase: o aumento das doenças de baixeiro, especialmente o complexo de manchas, com foco em mancha-alvo (Corynespora cassiicola) e septoriose (Septoria glycines)

Com a cobertura completa entre as fileiras, o ambiente muda de forma silenciosa. A circulação de ar diminui, a umidade se mantém elevada e a entrada de luz na base da planta fica limitada. Além disso, a superfície foliar permanece molhada por mais tempo após chuva, criando condições favoráveis para a evolução de patógenos. 

Segundo Eduardo Mourão, Coordenador de Desenvolvimento de Mercado da ORÍGEO: “Nesse momento da lavoura, o produtor precisa estar atento, pois qualquer atraso no manejo pode resultar em perdas expressivas de produtividade e qualidade dos grãos.” 

Por que o complexo de manchas exige atenção máxima agora?

O complexo de manchas impacta a área fotossintética e compromete o potencial produtivo da lavoura. Em áreas com crescimento vegetativo acelerado, o avanço dessas doenças ganha velocidade e alcance. 

Como destaca Eduardo Mourão: “A mancha-alvo pode provocar desfolha precoce e comprometer o enchimento de grãos, enquanto a septoriose se instala primeiro nas folhas inferiores e progride para o restante da planta, servindo como porta de entrada para outras doenças.” 

Esse cenário aumenta a importância das primeiras aplicações de fungicidas, que fazem a diferença na manutenção da sanidade foliar e na longevidade produtiva da planta. 

Monitoramento e fungicidas como pilares do manejo preventivo 

O ponto de partida para identificar condições favoráveis à infecção é o monitoramento constante. Após o fechamento da estrutura foliar, o acesso ao baixeiro se torna mais limitado, reduzindo a eficiência de aplicações tardias. 

Já o uso de fungicidas preventivos se integra a esse processo ao garantir proteção antes que as doenças se estabeleçam, especialmente em ambientes de alta umidade e baixa circulação de ar. 

“Aplicar no momento correto — antes da infecção se intensificar — garante melhor cobertura e proteção das folhas, prolongando o controle e evitando a necessidade de aplicações corretivas mais custosas e menos eficazes”, afirma o Coordenador de Desenvolvimento de Mercado da ORÍGEO. 

Tridium® UPL: a escolha certa para o momento crítico do vegetativo 

Entre as soluções mais estratégicas para essa fase está Tridium® da UPL, fungicida multissítio que oferece: 

  • Ação protetora e curativa
  • Boa redistribuição para o baixeiro 
  • Alta persistência mesmo em umidade elevada 
  • Amplo espectro sobre o complexo de manchas
  • Contribuição importante para o manejo antirresistência 

Sua ação consistente no baixeiro garante a proteção das primeiras folhas afetadas, mantendo a área fotossintética ativa e preservando o potencial produtivo. 

O fechamento da entrelinha é um sinal claro de que o ambiente está favorável ao complexo de doenças na soja. Por isso, o manejo preventivo deve começar ainda no estádio vegetativo, antes do pré-fechamento. Nesse momento, Tridium® se destaca pela capacidade de proteger o baixeiro e garantir maior eficiência preventiva, quando a deposição ainda é favorecida. Já no início do reprodutivo (R1), o protocolo de manejo indica a entrada com Evolution®, complementando a estratégia de controle. Antecipar o manejo antes do fechamento completo significa reduzir a pressão de doenças, manter a fotossíntese ativa e sustentar o enchimento de grãos.

Com monitoramento contínuo, inteligência regional e soluções integradas como Tridium® da UPL, a ORÍGEO oferece suporte completo para que o produtor atravesse essa fase crítica com segurança fitossanitária e estabilidade produtiva. 

Fungicida no pré-fechamento: o alerta técnico que antecipa o risco do complexo de doenças na soja