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Lagarta-do-cartucho no milho safrinha: como evitar prejuízos
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Lagarta-do-cartucho no milho safrinha: como evitar prejuízos

O ataque da lagarta-do-cartucho começa de forma silenciosa, mas pode gerar grandes perdas no milho safrinha. É necessário monitorar a lavoura e agir no momento certo.

O início da safrinha de milho é um período decisivo para o estabelecimento da lavoura, pois determina a saúde e o desenvolvimento das plantas nos estágios iniciais do ciclo. Mas também é um momento crítico para o surgimento de pragas, que podem comprometer rapidamente o potencial produtivo se não forem identificadas. Entre elas, a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) se destaca pelo potencial de causar perdas significativas. 

Com o aumento da área cultivada de milho no país, cresce também a necessidade de monitoramento eficiente e controle rápido da praga, que encontra condições ideais para se desenvolver justamente nas fases iniciais, exigindo atenção redobrada do produtor. 


Como identificar a lagarta-do-cartucho no início do ataque

Spodoptera frugiperda costuma agir de forma discreta nos primeiros estágios. Por isso, o monitoramento frequente é essencial para evitar que o problema se agrave. 

Os primeiros sinais costumam aparecer nas folhas mais novas da planta e incluem raspagens superficiais, furos irregulares e acúmulo de resíduos dentro do cartucho. Esse material, formado por excrementos e restos vegetais, é um indicativo importante da presença da lagarta. 

“Muitas vezes o produtor só percebe o problema quando a lagarta já está bem instalada na lavoura, o que dificulta o controle e aumenta o risco de perdas”, explica Bruno Vilarino, gerente estratégico de produtos da ORÍGEO. 

A ORÍGEO traz estratégia para o agricultor se preparar contra a lagarta-do-cartucho
A ORÍGEO traz estratégia para o agricultor se preparar contra a lagarta-do-cartucho

Por que a lagarta causa tanto prejuízo ao milho

A lagarta-do-cartucho ataca justamente o ponto de crescimento da planta. Ao se alimentar das folhas internas e do meristema, compromete o desenvolvimento do milho e reduz seu potencial produtivo. 

Quanto mais cedo ocorre o ataque, maior o impacto na formação da lavoura. Em cenários de expansão da área plantada, como projetado para a safrinha, o risco se amplia, tornando o manejo ainda mais estratégico para evitar perdas em larga escala. 

Manejo preventivo: a base do controle eficiente

O controle da Spodoptera frugiperda começa antes mesmo do surgimento da praga. Práticas de manejo contribuem para reduzir a pressão inicial e melhorar a resposta da lavoura ao ataque. 

A rotação de culturas, a manutenção de cobertura do solo e o acompanhamento frequente das plantas ajudam a reduzir a presença da praga e permitem intervenções mais precisas. Essas ações fazem parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP), abordagem que combina monitoramento, decisão técnica e uso racional de insumos. 

Controle químico dentro do Manejo Integrado

Quando o nível de infestação atinge o ponto de ação, o uso de inseticidas eficazes se torna necessário. Nessa etapa, a escolha do produto e o momento da aplicação fazem toda a diferença no resultado. 

Entre as soluções disponíveis, ​​Propose, da UPL Brasil e comercializado pela ORÍGEO, é indicado para o controle da lagarta-do-cartucho. Sua formulação reúne dois ingredientes ativos (clorfenapir e clorantraniliprole), que atuam por contato e ingestão, proporcionando ação consistente sobre a praga. 

O produto deve ser utilizado como parte de um programa de MIP, respeitando o monitoramento da lavoura, o momento correto de aplicação e as recomendações técnicas. 

“O controle eficaz começa com a observação no campo. Quanto mais cedo a Spodoptera for identificada, maiores são as chances de proteger o potencial produtivo da lavoura”, reforça Vilarino. 

Propose é o inseticida da UPL que combate a lagarta-do-cartucho
Propose é o inseticida da UPL que combate a lagarta-do-cartucho

Conclusão: monitoramento precoce é decisivo para proteger a safrinha

A lagarta-do-cartucho é uma das principais ameaças ao milho safrinha, especialmente no início do ciclo. O monitoramento constante, aliado ao manejo integrado e à escolha correta de soluções, é fundamental para evitar prejuízos e garantir o desenvolvimento saudável da lavoura. 

Produtores atendidos pela ​​ORÍGEO contam com acompanhamento técnico especializado e soluções integradas para diagnosticar, manejar e proteger a lavoura ao longo de toda a safra, assegurando produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. 

FAQ 

1) Como identificar o ataque da lagarta-do-cartucho no início? 

A identificação precoce da lagarta-do-cartucho é essencial para evitar prejuízos. Os primeiros sinais aparecem nas folhas novas, com raspagens, pequenos furos e resíduos no cartucho, que indicam a presença da praga. Como o ataque inicial é pouco visível, o monitoramento frequente é fundamental para detectar a infestação cedo, garantir um controle mais eficiente e reduzir impactos no desenvolvimento das plantas. 

2) Como o manejo preventivo ajuda no controle da praga?  

O manejo preventivo reduz a pressão inicial da lagarta-do-cartucho e aumenta a eficiência do controle. Práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e monitoramento fazem parte do Manejo Integrado de Pragas (MIP), que combina diferentes estratégias para a tomada de decisão mais precisa, permitindo agir no momento certo, evitar perdas e usar melhor os insumos, garantindo um controle mais eficiente e sustentável ao longo do ciclo. 

3) Qual o papel do controle químico dentro do MIP?  

O controle químico é uma ferramenta importante dentro do Manejo Integrado de Pragas, que complementa o manejo da lagarta-do-cartucho quando a infestação exige intervenção. O sucesso depende do momento de aplicação e da escolha do produto, sempre com base no monitoramento e nas recomendações técnicas. Quando bem aplicado, aumenta a eficiência do controle e protege o potencial produtivo. Dessa forma, o controle químico atua como complemento às estratégias preventivas, garantindo um manejo mais completo e eficaz. 

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